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27 de Setembro de 2007 Efeitos de uma postura

O clima e a macroeconomia foram desfavoráveis, durante o nosso período de governo, para o agronegócio. Em 2004 e 2005, por exemplo, tivemos uma das maiores quebras de safra das últimas décadas. Em 2006, apesar da colheita razoável, o baixo preço dos produtos agrícolas não permitiu que a renda do homem do campo aumentasse. O Rio Grande do Sul, todavia, não mergulhou no marasmo a que a crise conduzia.

A área do leite é uma fidedigna representação da postura que nos pautou. Dialogamos com o setor e saímos em busca de investimentos externos. Recordo bem de todos os contatos que fizemos dentro e fora do Estado com empresas que possuíam potencial para ativar a produção do setor. Dediquei-me pessoalmente a esta tarefa, apoiado por uma competente e dedicada equipe de governo, que congregava rigor técnico e habilidade política.

Os frutos desse esforço hoje começam a aparecer. Aí estão surgindo as novas plantas da Nestlé, da CCGL, da Italac e da Embaré e as ampliações da Bom Gosto, da Elegê e da Consulate, investimentos que acertamos durante o nosso governo, além de toda uma cadeia produtiva que acelera a produção, aumenta a competitividade e renasce para o mercado. Repito que, além das novas plantas industriais, muitas das quais ainda em fase de implantação, outras tantas foram ampliadas e agora produzem com capacidade total.

Milhares de empregos surgiram e milhares de outros vão abrir nos próximos meses no setor, fruto do trabalho que realizamos. Diferente de outras culturas, o leite gera uma renda mensal para os produtores, que na maioria são de pequena propriedade, o que possibilita que as famílias permaneçam e se sustentem no campo. Trata-se de uma mudança com forte perspectiva social. O Estado todo vai ganhar, em virtude da ampliação da arrecadação.

Ontem, as discussões do setor leiteiro eram pautadas pela crise. Hoje, o dilema é saber como aumentar a produção da maneira mais rápida possível. O Rio Grande do Sul se tornará o maior produtor de leite do país, hoje produzindo aproximadamente 6,2 milhões de litros por dia. Técnicos projetam que a produção diária de leite precisará aumentar em pelo menos 6 milhões de litros para atender à demanda dos novos emprendimentos. O preço, por sua vez, alcançou um patamar compatível com o equilíbrio do negócio.

A inspiração com que enfrentamos a crise no setor leiteiro pautou toda nossa ação de governo, tanto no agronegócio quanto nas demais áreas. Os efeitos daquela postura, dizíamos então, começariam a aparecer no futuro. Eis, pois, uma bela demonstração do novo futuro que construímos juntos.



Fonte: Germano Rigotto - Ex-governador do RS


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Recados


01.04.2008 de Redação
para Internautas
Nas últimas semanas enfrentamos problemas técnicos, já superados, que estavam impedindo a atualização do site. Agora estaremos atualizando-o pelo menos uma vez por semana. Obrigado pela compreensão.
Cerro Largo-RS
29.03.2008 de ELCIO
para FOLHA DA PRODUCAO
EU SAI DE CERRO LARGO A 3 ANOS ESTOU VIVENDO EM MORRO REUTER E ESTOU GOSTANDO DAQUI E TENHO MUITA SAUDADE DE LA E DOS MEUS AMIGO
MORRO REUTER-RS
24.03.2008 de julio mello
para blogdofranqui.zip.net
Já que vcs são parceiros eu pergunto como posso deixar algumas noticias da Assaf de Santa Cruz? Aguardo retorno um abraço
santa cruz do sul -RS
14.03.2008 de JAIRO BEAL
para BLOG DO FRANQUI
SOU DE SANTA ROSA E ESTOU JOGANDO FUTSAL NA ITALIA ACOMPANHO SEMPRE SEU SITE FUI CAMPEAO DA TACA NOROESTE DE FUTSAL PELA VDR UM ABRACO JAIRO BEAL O SITE DO TIME E WWW.CANUSIUMCALCIOA5.IT SE POSSIVEL COLOQUE ALGUMA REPORTAGEM UM ABRACO JAIRO BEAL
CANOSA ITALIA-RS
18.02.2008 de Jair Francisco Finger
para Direção da (ACLE)
Quero Parabenizar a diretoria da (ACLE) pelo esforço em confirmar a partipação no Estadual..Muito bom para minha bela Cerro Largo...acompanho sempre..Jair Finger....Foripa...Florianópolis..SC.....
Cerro Largo-RS
18.02.2008 de Pedro Henrique
para leitores
Acho válida a mobilização da cidade em tentar manter-se nas competições de FUTSAL para este ano de 2008 (referente notícia veiculada no site da folha da produção). Cabe porém perguntar: " O que está sendo feito pelo poder público e empresas locais para "forçar" de vez a vinda da Universidade Federal para Cerro Largo?????? Será que esta mesma energia está sendo dispendida para rebater os argumentos das cidades concorrentes que querem impugnar a escolha de Cerro largo??????? "
Creio que esta oportunidade não deverá ser desperdiçada, e que, tomara, seja realmente a universidade uma propulsora do desenvolvimento local e regional.
É hora de pensar grande, acreditar em nossa cidade, investir no desenvolvimento.
Não podemos perder esta chance, que talvez será única na história da existência de Cerro Largo. Talvez com a vinda da Universidade, a cidade ofereça condições para os cerrolarguenses que queiram voltar para seu chão.
porto alegre-RS